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Chão que eu piso

Tudo começou com uma divertida obsessão. Pensando em valorizar a beleza e o passado dos pavimentos que não notamos ao caminhar, o projeto passou a reunir, em uma coleção virtual, fotos do chão em que pisamos por aí – especialmente ladrilhos hidráulicos, mosaicos e parquets. A intenção é jogar luz não só sobre a estética do piso, mas também sobre a história do lugar onde ele se encontra.

A ideia surgiu em 2013, quando a jornalista Paola Carvalho, apaixonada por detalhes arquitetônicos, começou a fotografar os pisos dos prédios que visitava em Belo Horizonte e por onde viajava. Nas redes sociais, amigos perceberam a predileção e passaram a contribuir, enviando fotos dos pavimentos que julgavam interessantes. Com a parceria da jornalista e designer Raíssa Pena, colega de redação na revista VEJA BH/Editora Abril, foram criados perfis no Facebook  e no Instagram. A partir daí, pessoas do mundo todo aderiram ao projeto. Já são mais de 200 registros próprios e 6.000 fotos de pisos históricos enviadas de cidades brasileiras e de outros países, como México, França, Espanha, Itália, Israel, Polônia e Japão.